Rádio CN Agitos

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Estudo nos EUA liga carne vermelha a risco de câncer de mama.


Comer muita carne vermelha no início da vida adulta pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos.

Pesquisadores de Harvard dizem que substituir a carne vermelha por uma combinação de feijões, ervilhas e lentilhas, aves, nozes e peixe pode reduzir o risco da doença em mulheres mais jovens.

Mas especialistas britânicos pedem cautela, dizendo que outros estudos não mostraram ligação clara entre carne vermelha e câncer de mama.

Pesquisas anteriores demonstraram que a ingestão de grande quantidade de carne vermelha e processada provavelmente aumenta o risco de câncer de intestino.

Os novos dados vêm de um estudo realizado nos Estados Unidos acompanhando a saúde de 89 mil mulheres com idades entre 24 a 43.

A equipe, liderada pela Escola de Saúde Pública de Harvard, analisou a dieta de quase 3 mil mulheres que desenvolveram câncer de mama.

"Ingestão elevada de carne vermelha no início da idade adulta pode ser um fator de risco para o câncer de mama", eles relatam na revista British Medical Journal.

Os próprios cientistas de Harvard, porém, descreveram o risco como "pequeno".

O epidemiologista da Universidade de Oxford Tim Key disse que o estudo americano descobriu "apenas um elo fraco" entre comer carne vermelha e câncer de mama, o que não era forte o suficiente para mudar a evidência apontada em estudos anteriores de que não há ligação definitiva entre a dois.

"As mulheres podem reduzir o risco de câncer de mama mantendo um peso saudável, ingerindo menos álcool e praticando exercícios, e não é uma má ideia trocar um pouco de carne vermelha - que está ligada ao câncer de intestino - por carne branca, feijão ou peixe", acrescentou.

Segundo a diretora da Unidade de Epidemiologia do Câncer da mesma universidade, Valerie Beral, dezenas de estudos já investigaram o risco de câncer de mama associado com a dieta.

"A totalidade da evidência disponível indica que o consumo de carne vermelha tem pouco ou nenhum efeito sobre o risco de câncer de mama, por isso os resultados de um único estudo não podem ser considerados isoladamente", disse ela.

Evidências demonstram que provavelmente há uma relação entre comer muita carne vermelha e processada e o risco de câncer de intestino.

O Ministério da Saúde britânico recomenda que pessoas que comem mais do que 90 gramas (peso cozido) de carne vermelha e processada por dia devem reduzir a porção para 70 gramas.

Produtos têm teor de sódio diferente das embalagens.

Produtos têm teor de sódio diferente das embalagens


Pesquisa inédita feita pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) mostrou que 9,2% dos produtos enviados para análise apresentaram uma variação de sódio diferente do que é informado no rótulo. Todos os produtos integram o acordo voluntário firmado entre Ministério da Saúde e indústria alimentícia para redução dos teores do nutriente. Os resultados demonstram tanto variação para mais quanto para menos.
"O número é significativo e mostra a necessidade de se ampliar a fiscalização. Se ocorre com sódio, pode ocorrer também com outros componentes do produto", avalia a nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto. Entre março e abril, foram enviados para análise 291 produtos, de 90 marcas.
Do total, 27 apresentaram valores diferentes do informado na embalagem - dez tiveram variação do nutriente superior aos 20% permitidos pela legislação brasileira; e em 17, a concentração identificada no teste foi menor do que a estampada na tabela.
"Valores menores que o informado podem até ser considerados como um fator positivo para saúde. Mas esse é um sinal de descontrole e, principalmente, fere o direito do consumidor de ter acesso à informação correta", assegura Ana Paula.
Em alguns produtos analisados, a diferença é muito significativa. Sete deles apresentaram uma variação da quantidade de sódio superior a 40% daquela informada no rótulo. A análise da salsicha viena Frigor Hans, por exemplo, identificou uma quantidade do nutriente 66,3% maior do que a que havia sido informada no rótulo.
"Diferenças como essas podem comprometer um plano alimentar. Nutricionistas baseiam-se nas tabelas para formar as dietas", afirmou o diretor da Sociedade de Cardiologia de São Paulo, Rui Povoa. O consumo excessivo do sal é considerado como fator de risco para hipertensão, doença que, por sua vez, pode levar a problemas cardíacos, distúrbios renais e circulatórios.
A Organização Mundial da Saúde recomenda ingestão de, no máximo, 6 gramas diárias do nutriente - o equivalente a 2,4 gramas de sódio. "O brasileiro consome o dobro", diz Povoa. "E boa parte dessa ingestão é proveniente de produtos industrializados", completa.
O ideal, assegura, é fazer uma dieta com frutas, verduras, carnes magras e poucos alimentos industrializados. "Como o sódio é conservante, ele muitas vezes é usado em produtos que nem imaginamos. Não adianta só fugir de comidas consideradas salgadas. Muitas vezes produtos com sabor adocicado têm teor significativo do nutriente", completou.

Variação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que embalagens de produtos alimentícios tragam a tabela nutricional. Ela permite, no entanto, uma variação de 20% a mais ou para menos nas informações da rotulagem. Essa flexibilidade é adotada para compensar eventuais diferenças nos métodos usados para fazer a análise do conteúdo nutricional, para reduzir o impacto provocado por questões climáticas, armazenamento e tempo de vida do produto.
"Não é necessária tamanha margem", critica a nutricionista do Idec. "Essa permissão feita pelo Brasil não ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos. Eles não permitem a tolerância nos valores." A gerente de produtos especiais da Anvisa, Antônia Aquino, afirma não haver nenhuma indicação de mudança na tolerância desse porcentual.
A agência tem um programa para monitorar a quantidade de sódio de diversas categorias de alimentos. Quando diferenças são encontradas, afirma Aquino, empresas são notificadas para corrigir as embalagens. De acordo com ela, a Anvisa não recebeu formalmente os resultados do trabalho feito pelo Idec. Mesmo assim, a agência poderá solicitar uma fiscalização para verificar tais incorreções e tomar ações necessárias.

Fabricantes rebaltem

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), Edmundo Klotz, criticou a pesquisa feita pelo Instituto de Defesa do Consumidor. Ele classificou como "muita pretensão" tentar verificar a qualidade a partir da análise de uma amostra de 291 produtos. "O setor tem 32 mil empresas", argumentou.
A Aurora teve reação diferente. Diante dos resultados obtidos pela mortadela produzida pela empresa na pesquisa do Idec, a Aurora decidiu coletar amostras do produto e fazer nova avaliação. "Confirmado o desvio, a empresa poderá proceder as correções necessárias na tabela de valor nutricional com maior brevidade possível", informou, por meio de nota.
Procurada pelo Estado, a Pandurata, fabricante dos produtos Bauducco, informou não ter detalhes sobre a metodologia usada na pesquisa do Idec e assegurou fazer análises regulares conforme a categoria do produto. A empresa Ceratti apresentou resposta semelhante: disse seguir rigorosos controles de qualidade e cumprir disposições legais.
A Unilever, fabricante da Becel, informou que os valores da tabela nutricional são obtidos por meio de cálculos teóricos contidos em base de dados. O JBS Foods observou, em nota, que o Idec analisou 11 produtos do grupo. Do total, três apresentaram variações entre rotulagem e resultado dos testes. Algo que para a empresa pode ter sido provocado pela de variação da leitura em diferentes tipos de metodologias.
O Arcor, fabricante da bolacha Triunfo, assegurou cumprir integralmente as normas. A Qualitá, por sua vez, avalia que os resultados do pão de forma produzido pela empresa estão no limite das regras da Anvisa (tolerância de 20%). Os resultados referentes à bisnaguinha foram superiores. A empresa disse ter enviado para o Idec uma análise com todos os controles realizados em laboratórios credenciados pelos órgãos reguladores, atentando a concordância dos valores nutricionais com a legislação.
A BRF, empresa responsável pela produção das marcas Batavo e Elegê, informou desconhecer detalhes sobre produtos analisados na pesquisa do Idec, como lote, data de fabricação, algo que impossibilita a rastreabilidade e análise dos produtos. A BFR informou ainda que testes periódicos são feitos em produtos da marca Sadia.
A Selmi, fabricante da mistura para bolo Renata, afirmou que os valores correspondem ao produto exposto à venda, seco. E o correto, afirma, seria avaliar os parâmetros do produto pronto para consumo: preparado e assado. As empresas Bimbo e Kim informaram cumprir as normas e desconhecem qualquer desvio de padrão na produção. O Estado não conseguiu contato com Frigor Hans. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 22 de junho de 2014

Ligação entre operadoras ficará 90% mais barata no Brasil;

Ligação entre operadoras ficará 90% mais barata no Brasil




Share156

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou uma norma nessa quarta-feira, 18, que resultará na redução das tarifas cobradas pelas operadoras móveis por ligações entre seus clientes e os clientes das concorrentes.
De acordo com o órgão, até 2019 os valores de referência de uso de rede móvel da telefonia móvel devem cair em mais de 90%, chegando a um custo médio de R$ 0,02. Hoje esse valor é de R$ 0,23.
A redução atinge as operadoras, que devem repassar o benefício aos clientes, aumentando a competição do setor e diminuindo o “efeito clube” - hoje, como os valores de interconexão são altos, os consumidores evitam ligar para outras operadoras.
“Com a medida deliberada hoje, espera-se que os preços off-net (para telefones fora da operadora de origem) se tornem mais próximos dos preços on-net”, explica a Anatel. “Assim, o consumidor não precisará de vários aparelhos celulares ou vários chips em um mesmo celular para realizar chamadas para outras operadoras a preços mais próximos às chamadas on-net”.

sábado, 14 de junho de 2014

Ficar na frente do computador antes do jantar aumenta a fome, revela estudo.

Estudos recentes comprovam que a manipulação de luz azul pode interferir na sensação de fome e no sono Ficar exposto a lâmpadas de halogênio metálico, aquelas de maior durabilidade, e diante da tela do computador no período noturno aumenta a sensação de fome e pode alterar o metabolismo, segundo um novo estudo divulgado esta semana. Manipular a quantidade dessa luz interfere diretamente na vontade de se alimentar. Pesquisadores da Universidade Northwestern, em Chicago, nos Estados Unidos, descobriram uma nova técnica para alterar a quantidade de comida que uma pessoa vai ingerir. O método inclui o uso da chamada luz azul, que é gerada por equipamentos, como monitores de computador, e pelas lâmpadas de consumo eficiente. Os pesquisadores norte-americanos conduziram um estudo que incluiu dez adultos saudáveis que mantinham uma rotina regular de sono e alimentação. Todos os voluntários receberam refeições ricas em carboidratos (isocalóricas). Como parte do estudo, o grupo ficou exposto a uma luz fraca, de menos de 20 lux (o equivalente a uma lâmpada de rua), durante as 16 horas em que ficou acordado, e menos de 3 lux, durante oito horas de sono. No terceiro dia, os participantes foram expostos durante três horas a uma luminosidade de 260 lux (equivalente à luz de um escritório), enriquecida com luz azul, durante 10,5 horas. Ao comparar os efeitos entre as duas condições, a conclusão é que a exposição à luz azul elevou a sensação de fome dos voluntários. Eles manifestaram vontade de comer algo 15 minutos após o aumento da luz. Essa sensação persistiu durante duras horas após o final do jantar. Outra conclusão é que a exposição à luz azul reduziu o sono dos voluntários e, eventualmente, alguns registraram maior resistência à insulina. "Foi muito interessante observar que uma exposição de apenas três horas à luz azul à noite teve um impacto significativo na fome e no metabolismo de glucose", disse a cor-autora do estudo, Ivy Cheung, da Universidade Northwestern em Chicago. "Esses resultados são importantes porque sugerem que a manipulação da luz no ambiente pode representar uma nova abordagem na maneira de influenciar o padrão de ingestão de alimentos e o metabolismo humano". Os pesquisadores afirmaram que estudos mais aprofundados devem determinar o mecanismo de ação envolvido na associação entre exposição de luz, fome e metabolismo. Estudos divulgados anteriormente já haviam apontado outros benefícios ligados à exposição à luz azul. De acordo com pesquisa do Hospital da Mulher, nos Estados Unidos, o contato aumenta a concentração e o desempenho durante a noite. Outros estudos mostram que a exposição à luz azul durante a manhã tem o potencial de ajudar adolescentes que dormiram pouco a lidar melhor com o estresse. A descoberta foi apresentada no evento Sleep 2014, o 28º Encontro anual das Sociedades Profissionais Associadas ao Sono.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Quase um terço da população mundial está obesa ou acima do peso.

O número passou de 857 milhões, em 1980, para 2,1 bilhões em 2013, de acordo com o estudo Global Burden Disease

Obesidade: 40% das crianças obesas atendidas por ambulatório em SP não dão continuidade ao tratamento
O novo estudo mostra que nos últimos 30 anos o sobrepeso entre crianças e adolescentes subiu quase 50% em todo o mundo (Thinkstock)
Em todo o mundo, há 2,1 bilhões de pessoas obesas ou com sobrepeso, o que representa quase 30% da população. Em 1980, esse número era de 857 milhões. O aumento da obesidade nas últimas três décadas ocorreu em todas as regiões do mundo, representando um problema de saúde pública em países ricos e pobres.
As informações são da pesquisa Global Burden of Disease, considerada a análise mais abrangente feita sobre o assunto, publicada nesta quinta-feira na revista The Lancet. Conduzido pelo Instituto de Métrica e Avaliação em Saúde (IHME, sigla em inglês), da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, o estudo analisou informações de crianças, adolescentes e adultos de 188 países. Reunindo dados de pesquisas, censos estatísticos e artigos científicos em todas as regiões do planeta, entre 1980 e 2013, o trabalho aponta para a necessidade de uma ação global conjunta para combater a epidemia crescente de obesidade.
"A obesidade afeta pessoas de todas as idades e renda", diz Christopher Murray, diretor do IHME. "Nas últimas três décadas, nenhum país teve sucesso na redução de suas taxas. O problema deve crescer nos países pobres, se medidas urgentes não forem tomadas para combater essa crise de saúde pública."

domingo, 18 de maio de 2014

ATENÇÃO -Semob inicia cadastramento de carros de moradores do entorno da Arena das dunas.

GERÔ - PESSOAL E SUPER IMPORTANTE ESTA MATERIA LEIA COM ATENÇÃO ,MOTORISTAS DO INTERIOR E NATAL .

Semob inicia cadastramento de carros de moradores do entorno da Arena,A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (Semob) iniciou nesta quinta-feira (8) o credenciamento de veículos dos moradores do perímetro de segurança da Arena das Dunas. O objetivo da Semob é garantir uma melhor acessibilidade, segurança, e o direito de ir e vir dos moradores que residem no entorno da Arena, além de assegurar uma organização do trânsito durante os jogos da Copa do Mundo.
Para efetuar o credenciamento, o proprietário deverá apresentar o original e a cópia dos seguintes documentos: Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), documento pessoal com filiação (nome da mãe) e comprovante de endereço atualizado (conta de água, luz ou telefone). O veículo credenciado terá uma identificação afixada para facilitar o acesso do morador às áreas restritas.
O credenciamento será realizado na Central do Usuário da Semob, que fica na rua Esplanada Silva Jardim, 138, na Ribeira, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

Confira as vias que terão moradores credenciados:

Rua Moraes Navarro – trecho entre Av. Miguel Castro e Av. Lima e Silva

Av. Romualdo Galvão – Trecho entre Av. Miguel Castro à Av. Lima e Silva

Av. Prudente de Morais – Trecho entre Av. Miguel Castro à Rua Raimundo Chaves

Av. Salgado Filho – Trecho entre as Marginas, Av. Lima e Silva até altura do Túnel do Campus Universitário

Rua Marcílio Furtado – Trecho entre Av. Miguel Castro e Av. Lima e Silva

Rua Angicos – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Carnaúba dos Dantas – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Montanhas – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Dr. Paulo Pinto Abreu – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Rodolfo Garcia – Trecho entre a Rua São José e Rua Clóvis Mota

Rua Francisco Maia Sobrinho – Trecho entre a Rua São José e Clóvis Mota

Rua Padre João Damasceno – Trecho entre a Av. Salgado Filho e Av. Romualdo Galvão

Rua Moraes Navarro – Trecho entre Av. Miguel Castro e Av. Lima e Silva

Rua Francisco Borges de Oliveira – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais
,A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (Semob) iniciou nesta quinta-feira (8) o credenciamento de veículos dos moradores do perímetro de segurança da Arena das Dunas. O objetivo da Semob é garantir uma melhor acessibilidade, segurança, e o direito de ir e vir dos moradores que residem no entorno da Arena, além de assegurar uma organização do trânsito durante os jogos da Copa do Mundo.
Para efetuar o credenciamento, o proprietário deverá apresentar o original e a cópia dos seguintes documentos: Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), documento pessoal com filiação (nome da mãe) e comprovante de endereço atualizado (conta de água, luz ou telefone). O veículo credenciado terá uma identificação afixada para facilitar o acesso do morador às áreas restritas.
O credenciamento será realizado na Central do Usuário da Semob, que fica na rua Esplanada Silva Jardim, 138, na Ribeira, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

Confira as vias que terão moradores credenciados:

Rua Moraes Navarro – trecho entre Av. Miguel Castro e Av. Lima e Silva

Av. Romualdo Galvão – Trecho entre Av. Miguel Castro à Av. Lima e Silva

Av. Prudente de Morais – Trecho entre Av. Miguel Castro à Rua Raimundo Chaves

Av. Salgado Filho – Trecho entre as Marginas, Av. Lima e Silva até altura do Túnel do Campus Universitário

Rua Marcílio Furtado – Trecho entre Av. Miguel Castro e Av. Lima e Silva

Rua Angicos – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Carnaúba dos Dantas – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Montanhas – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Dr. Paulo Pinto Abreu – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

Rua Rodolfo Garcia – Trecho entre a Rua São José e Rua Clóvis Mota

Rua Francisco Maia Sobrinho – Trecho entre a Rua São José e Clóvis Mota

Rua Padre João Damasceno – Trecho entre a Av. Salgado Filho e Av. Romualdo Galvão

Rua Moraes Navarro – Trecho entre Av. Miguel Castro e Av. Lima e Silva

Rua Francisco Borges de Oliveira – Trecho entre a Rua São José e Av. Prudente de Morais

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Estudo: criança que joga no smartphone tem desenvolvimento verbal atrasado.


Crianças que brincam com o smartphone dos pais também não tiveram ganhos educacionais comparadas àquelas que não usam os aparelhos
Crianças de até três anos que usam os smartphones dos pais para brincar com jogos não educativos podem ter atraso no desenvolvimento verbal, afirma um estudo do Cohen Medical Centre, instituição médica em Nova York, nos Estados Unidos.
De acordo com o "Daily Mail", a pesquisa feita por pediatras com 65 famílias buscava determinar se havia algum benefício educacional para as crianças entre zero e três anos que brincavam com dispositivos sensíveis ao toque, como smartphones e tablets.
Foram aplicados a essas crianças testes básicos de desenvolvimento. As que brincavam com jogos não educativos (como Angry Birds e Fruit Ninja) tiveram notas menores na parte sobre linguagem verbal.
Além disso, embora cerca de 60% dos pais entrevistados acreditem que seus filhos tenham benefícios educacionais por brincarem com os smartphones e tablets, isso não ocorre na prática. A pesquisa não encontrou diferenças significativas na média geral dos testes das crianças que demonstrassem maior inteligência daquelas que usam dispositivos móveis sobre as demais.
"A tecnologia nunca pode substituir a interação de um pai com seu filho. Conversar com a criança é a melhor maneira de estimular seu aprendizado", alerta Ruth Milanaik, investigadora chefe do estudo.