Rádio CN Agitos

domingo, 24 de abril de 2016

O que acontece com o corpo quando você deixa de beber água?

BBC
A água fornece nutrientes, entre outras coisas, regula a temperatura e lubrifica os olhos e articulações (Foto: Divulgação/Thinkstock)

Muitos especialistas já afirmaram que grande parte do corpo humano é água.
Na verdade o corpo é feito por cerca de 60% de água.
Mas nem toda esta água permanece em nosso corpo.
Parte dela é eliminada na urina, no suor e até quando respiramos. Por isso beber água suficiente para cobrir estas perdas é fundamental.
Mas o que acontece quando não bebemos o suficiente?
'Centro da sede'
"A água, sendo um solvente universal, fornece nutrientes ao corpo, regula a temperatura corporal e lubrifica os olhos e articulações", disseram Mitchell Moffit e Greggory Brown, do AsapScience, um canal no YouTube especializado em ciência.


Sem água perdemos energia, a pele fica seca e até o humor é afetado.
A educadora Mia Nacamulli explica em uma animação divulgada em uma conferência TED-Ed, voltada para a educação, que quando o corpo se desidrata as terminações nervosas do hipotálamo do cérebro – que estão no que os cientistas chamam de "centro da sede" (OCPTL) – enviam sinais para a liberação de um hormônio antidiurético.
Este hormônio chega até os rins e estimula as aquaporinas, proteínas das membranas das células que podem transportar moléculas de água, permitindo que o sangue retenha mais água no corpo.
Quando isto acontece, a urina fica mais escura e com um cheiro mais forte.
Durante este processo de desidratação também sentiremos menos vontade de urinar e teremos menos saliva.
Também há a possibilidade de sentirmos tonturas porque o cérebro está tentando se adaptar à falta do líquido.
Adaptação
Um cérebro desidratado se contrai devido à falta de água e deve trabalhar mais para conseguir o mesmo resultado que um cérebro bem hidratado.

Além disso, ele também ativa uma série de mecanismos de adaptação para conserguir manter sua atividade apesar da falta do líquido.
A falta de água no organismo pode levar à diabetes, colesterol alto, problemas digestidos e fadiga entre outros
No entando este processo pode continuar durante apenas alguns dias: se você interromper totalmente a ingestão de água, o corpo começará a sofrer com os efeitos mais graves e, no final, vai parar de funcionar.
Deixar de beber água durante dias (desidratação crônica) pode abrir caminho para outros problemas como diabetes, colesterol alto, problemas de pele e digestivos, fadiga e prisão de ventre.

O tempo de sobrevivência sem beber água varia entre três e cinco dias, de acordo com cada pessoa. Mas já foram registrados casos de pessoas que conseguiram sobreviver mais tempo.
Quanto por dia?
A quantidade de água que devemos beber depende do organismo de cada um e do ambiente em que a pessoa vive.

Mas, de acordo com a educadora Mia Nacamulli, o mais recomendável é que os homens bebam entre 2,5 e 3,7 litros por dia e as mulheres, de 2 a 2,7 litros.
Porém também é importante não ultrapassar a quantidade necessária: beber água em excesso pode trazer riscos à saúde segundo os especialistas.
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelaram em 2015 que a quantidade recomendável de água varia entre quatro e seis copos por dia. Anteriormente era divulgado que eram necessários oito copos de água por dia.
De acordo com os cientistas de Harvard é impossível fazer uma recomendação que sirva para todos: a necessidade de consumo de água depende da dieta, do clima e do nível de atividade física praticada pela pessoa.
As mulheres grávidas ou mães que estão amamentando, as pessoas que fazem mais atividades físicas, as que vivem em um clima quente ou aquelas que estão doentes deveriam, de acordo com o relatório americano, beber mais água.
E, se você for do tipo que não gosta de água, pode consumir líquidos de outra forma: frutas e verduras como o melão ou o pepino têm grandes quantidades de ádgua.
Mas os médicos advertem: não se pode substituir água por refrigerante, "escolha tomar água ao invés de bebidas açucaradas".
Por isso, uma opção apresentada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC), é adicionar uma rodela de lima ou limão para dar mais gosto à água.

domingo, 17 de abril de 2016

Cientistas solucionam um dos maiores mistérios da natureza.

Cientistas elaboraram um modelo que soluciona o mistério de uma das jornadas mais espetaculares da natureza - a grande migração das borboletas monarcas (Danaus plexippus) do Canadá ao México.
Ameaçadas pelo corte ilegal de árvores e uso de herbicidas, as monarcas são o único inseto a fazer uma migração tão longa.
Em conjunto com biólogos, matemáticos reconstruíram o compasso interno que elas usam na jornada. Os resultados foram publicados na revista científicaCell Reports .
O chefe da pesquisa, Eli Shlizerman, da Universidade de Washington, disse que, como um matemático, ele quer saber como sistemas neurobiológicos são conectados e quais regras podemos aprender a partir deles.
"Borboletas monarcas (completam sua jornada) de maneira otimizada e predeterminada", disse. "Elas terminam numa locação específica no centro do México depois de dois meses de voo, economizando energia e usando apenas algumas indicações."
Enquanto a maioria dos insetos hiberna no inverno, as monarcas são as únicas borboletas conhecidas que migram como pássaros, fugindo do inverno. A jornada supera o tempo de vida do inseto, que é de aproximadamente dois meses - o ciclo de ida e volta é realizado por até quatro gerações da borboleta.
No trabalho com biólogos, como Steven Reppert, da Universidade de Massachusetts, Shlizerman coletou informações diretamente de neurônios nas antenas e olhos das borboletas.
"Descobrimos que as indicações dependem quase totalmente do Sol", afirmou Shlizerman. "Uma é a posição horizontal do Sol e a outra é o acompanhamento da hora do dia. Isso dá (ao inseto) um compasso solar interno para viajar rumo ao sul durante o dia."

Aplicações práticas

Após desvendar os dados que abastecem esse compasso interno, a equipe de pesquisadores criou um modelo para simulá-lo.
O sistema consiste em dois mecanismos de controle - um baseado nos "neurônios relógio" das antenas das borboletas e outro nos chamados "neurônios azimute" dos olhos dos insetos. Esses mecanismos monitoram a posição do Sol.
"O circuito casa esses dois sinais para informar o sistema se é preciso alguma alteração para permanecer no rumo certo. Isso é muito empolgante - mostra como um comportamento é produzido pela integração de sinais", acrescentou.
Segundo o chefe da pesquisa, esses conceitos podem ser usados para produzir versões robóticas desses sistemas - algo que usa a energia e a orientação do Sol.
Um dos objetivos da equipe é construir uma borboleta robótica que poderia seguir os insetos e rastrear todo o processo de migração.
"É uma aplicação interessante, que poderia seguir as borboletas e até ajudar na preservação delas. Esses insetos vêm decrescendo de número na natureza, e queremos mantê-los conosco por muito tempo."

sábado, 9 de abril de 2016

Todas as doenças podem ser tratadas com homeopatia.

 

Ame-a ou deixe-a. Este é o sentimento que a homeopatia causa tanto em especialistas quanto em pacientes. Reconhecida desde 1980 pelo Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM 1000/80), a especialidade médica já é aplicada na rede pública de saúde desde 2006, mas aparece, geralmente, como matéria optativa em poucas universidades brasileiras, como a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
O tipo e a gravidade da doença limitam o uso da homeopatia, sendo mais indicada para um tratamento complementar e coadjuvante, já que os efeitos colaterais são muito baixos, quando o medicamento é bem prescrito. "O grande papel da homeopatia é junto a doenças crônicas, como alergias e enxaqueca. Na homeopatia, a gente [médicos] consegue modular os aspectos emocionais, que não são tarjados como doenças, mas que interferem na manifestação das doenças, como nas alergias", diz o médico e pesquisador homeopata, pós-doutorando da FMUSP Marcus Zulian Teixeira.
Criada em 1796 pelo médico alemão Samuel Hahnemann (1755-1843), a homeopatia é fundamentada no princípio dos semelhantes, isto é, o tratamento da homeopatia, tanto para sintomas físicos quanto para psicológicos, é feito por meio de substâncias que causam sintomas "semelhantes" aos da doença que será tratada e estimulam o organismo a reagir contra a enfermidade.
Estas substâncias provocam uma série de sintomas físicos e mentais no paciente, por isso, segundo Teixeira, o médico precisa ter o conhecimento dos sinais e sintomas objetivos e subjetivos do paciente, a fim de encontrar um medicamento individualizado e que leve em consideração a totalidade de sintomas.

Resultado um pouco superior ao placebo

Um estudo inédito de 2014 publicado na revista "Systematic Reviews" analisou o resultado das cinco últimas revisões de ensaios clínicos sobre a eficácia da homeopatia, ao todo foram 32 estudos sobre 24 doenças. Quatro revisões chegaram à conclusão de que a homeopatia tem um pequeno e específico efeito que difere do placebo (aqueles comprimidos sem efeito medicinal dados a pacientes para analisar a eficiência do remédio). E a mais recente revisão concluiu que as evidências não indicam compatibilidade forte entre os medicamentos homeopatas e placebos. 
As pesquisas foram feitas tanto com homeopatia individualizada, quanto com a geral. Entretanto, pesquisadores destacam que os benefícios da homeopatia se dão na medicina personalizada, no remédio feito seguindo as características de cada pessoa, e não em um igual para todo mundo (que pode ser comprado na farmácia sem receita). E essa é a tendência também para a medicina alopática: buscar tratamentos personalizados, como dietas e remédios feitos para cada paciente, inclusive com remédios genéticos, criados para agir no DNA. Assim, na homeopatia ou na alopatia, o medicamento feito sob medida deve ter melhores resultados.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

57% dos médicos diplomados no exterior reprovaram no Revalida.

Em Brasília
Apesar de o número de participantes e de aprovados serem crescentes nos últimos 5 anos, o Revalida - exame que certifica diplomas médicos expedidos no exterior - ainda reprova mais de 57% de seus candidatos, segundo dados do Ministério da Educação (MEC) divulgados nesta sexta-feira, 1º. Ainda assim, os índices são considerados satisfatórios pelo órgão, já que, em 2013, a taxa de reprovação era de 93%. "É uma grande satisfação ver que temos aumentado a adesão à prova, que hoje tem a simpatia de toda a classe médica", disse o reitor da Universidade Federal do Ceará (UFCE) Henry Campos, representante da subcomissão do Revalida.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que a alta no número de participantes - em 2015, foram 1.031 candidatos a mais do que em 2014 - é em função da experiência vivida pelos profissionais do programa Mais Médicos, que atuam na atenção primária em locais remotos, estabelecidos pelo Ministério da Saúde, sob supervisão de médicos brasileiros. Embora esse seja o único caso em que a revalidação do diploma não seja necessária, "são médicos que se interessaram pelo País, querem ficar e se prepararam para ter um bom desempenho no exame".
A maioria dos participantes ainda não vai bem (dos 3.993 que prestaram a segunda etapa em 2015, mais de 2,3 mil não passaram), mas Campos salienta que é um mito "a desconfiança das pessoas que se graduaram fora de que o exame seria feito para reprová-los" e também o argumento das entidades médicas de que a prova "facilitaria o ingresso desses médicos no mercado brasileiro".
Por meio do Revalida, aplicado desde 2011, diplomas expedidos por faculdades de Medicina no exterior podem ser validados por mais de 44 universidades públicas brasileiras, dando ao médico o direito ao pleno exercício da profissão no País. A prova abrange cinco grandes áreas - clínica médica, ginecologia e obstetrícia, pediatria, cirurgia e medicina da família - e se dá em duas fases. Na primeira, uma prova escrita é aplicada em dez capitais, que contemplam as cinco regiões do Brasil. A segunda consiste em um teste de habilidades médicas que dura dois dias e pode ser realizado em Fortaleza (CE), Natal (RN), Campinas (SP) e Brasília (DF).
Os brasileiros que se graduaram no exterior são os que mais participam do Revalida e têm porcentual de aprovação de 41%. Bolivianos, colombianos e cubanos vêm em seguida na lista de nacionalidades mais frequentes na prova.
Quem se formou no Uruguai teve a taxa de aprovação mais satisfatória - 70,8%. Já entre os diplomas argentinos, 69% foram revalidados. O índice é de 66% e 62% para certificados expedidos em Portugal e Espanha, respectivamente. Apesar de os participantes com diplomas expedidos na Bolívia serem a maioria no Revalida 2015 (mais da metade do total), a aprovação é de apenas 33%. Médicos aprovados no Revalida 2015 - 1.683, número equivalente a 35 turmas - estão automaticamente aptos a disputar vagas em programas de residência médica, frisou o MEC.
Mercadante disse que os índices de aprovação colaboram para aumentar a oferta de médicos por mil habitantes no Brasil, ainda considerada "baixa": 1,8. "Queremos em dez anos alcançar o patamar da Inglaterra, onde esse índice é de 2,7". Ele afirmou que, para isso, também é preciso "acelerar a criação" de novos cursos de Medicina - 39 deles aguardam avaliação do Tribunal de Contas da União.

terça-feira, 22 de março de 2016

Dicas Indispensáveis Para Fotografar Espaços Interiores.



Nunca fotografou interiores? Aqui você tem algumas dicas para ajudar a deixar suas fotos com cara de revista de decoração.
Dicas indispensáveis Para Fotografar Espaços Interiores

Estude o Ambiente

Uma boa sessão de fotos de um espaço interior deve começar com uma pequena volta pelo local. Você precisa verificar quais os melhores ângulos para diferentes tipos de fotografia, anotar elementos específicos nos quais você precisa focar e também estabelecer o intervalo de tempo para a fotografia, o que é muito importante, e se limitar a este prazo.

Cuidado Com a Bagunça

Quando fotografar interiores procure sempre, antes e enquanto fotografa, retirar objetos estranhos que possam bagunçar o fundo da sua foto. Sim, você sempre pode editar sua foto mais tarde e cortar fora o objeto indesejado, mas por que simplesmente não manter o espaço em volta livre de quaisquer acessórios desnecessários? Afinal, seu objetivo é usar todo o seu tempo fotografando e não fazendo edição digital na pós-produção. Além disso, quanto mais você aprimorar seu olhar para o estilo do seu cenário, mais afinado estará para o momento de fotografar.
Cuidado Com a Bagunça

Preste Atenção ao Equilíbrio do Branco

Equilíbrio do branco é um processo usado para conseguir que os objetos apareçam na sua foto com suas cores verdadeiras. Diferentemente dos nossos olhos, as câmeras precisam de alguma ajuda para se ajustar a diferentes tipos de luz e tonalidades de forma a reproduzir as cores com exatidão. A próxima vez que você perceber que sua foto tem muita luz ou pouca luz experimente ajustar a configuração do equilíbrio do branco. Isto permite que a câmera trabalhe por você fazendo a compensação da cor ou luz.
Ao fotografar em um espaço interno, o equilíbrio do branco automático de sua DSLR provavelmente vai funcionar perfeitamente para produzir uma foto com cores absolutamente naturais. No entanto, às vezes você precisa alterar manualmente as configurações do equilíbrio do branco de acordo com o tipo de luz interna que você tem disponível. Caso contrário, suas fotos podem acabar por ficar com um tom um pouco mais amarelo, azul ou laranja. É sempre uma boa ideia ajustar o equilíbrio do branco da sua câmera antes de começar a fotografar e ficar de olho durante toda a sessão de fotos caso altere a qualidade e quantidade de luz.

Posicione-se corretamente

É extremamente difícil fotografar interiores e tentar capturar todo o espaço num enquadramento só. Ficar nos cantos vai te dar uma maior abrangência do espaço e definitivamente você, como fotógrafo de interiores, vai frequentemente se posicionar em muitos cantos. No entanto, às vezes você vai conseguir a sua melhor foto não quando capturar o máximo possível do espaço, mas sim quando capturar a parte mais interessante desse espaço. Enquanto você estiver se movimentando e testando, procure encontrar os ângulos e posições que melhor mostrem as partes mais interessantes que merecem destaque. Além disso, mantenha retas as linhas retas: em imagens de interiores é importante ter um claro sentido de orientação. Na maioria dos casos, as imagens vão mostrar diferentes objetos como móveis, as divisões das paredes, escadas, etc. – que marcam linhas claras na imagem. Você precisa se certificar de que estas linhas estão retas para que a orientação da foto, para quem a visualiza, seja o mais simples possível.
Posicione-se corretamente

Deixe a Luz Entrar

Por que não aproveitar um pouco da luz natural de fora? Se montar o cenário da sua foto próximo da janela ou de uma porta aberta, você pode capturar uma fonte de luz natural que vai melhorar a qualidade das suas fotos. Talvez você precise mexer as coisas para cá e para lá, mas essa luz extra no elemento da sua foto vai fazer maravilhas na iluminação da mesma. Para compensar a falta ou a pouca luz natural, você sempre pode adicionar a luz que estiver disponível no ambiente como, por exemplo, uma luminária. No entanto, em alguns casos, seu espaço interior ainda pode ser muito escuro para atingir o resultado que você deseja. É aqui que um flash pode ser muito útil.

Saiba Quando Usar seu Flash

Usando o flash da sua câmera é possível tirar fotos em ambientes com pouca luz, mas da mesma forma que um flash pode melhorar uma foto, também pode estragá-la por completo. Em geral, os fotógrafos preferem evitar o uso do flash no interior uma vez que ele pode alterar as cores e a luz, além de criar sombras indesejadas no assunto da foto. Agora, se usado corretamente, também pode ser utilizado para realçar todos estes aspectos do estilo da sua foto. Por exemplo, para retratos no interior, você pode usar um flash para criar propositalmente sombras que contrastem drasticamente com os tons de pele da pessoa que se encontra na foto.
Para decidir se deve usar ou não o flash, pergunte a si mesmo que tipo de fotografia você quer tirar e se quer que a foto desperte uma sensação de naturalidade ou algo mais espetacular. A seguir veja uma lista de “sim” e “não” em relação a fotografar com flash.
Sim:
  • Use um flash externo em ambientes com pouquíssima luz ou de noite quando obviamente você não vai ter luz natural.
  • Quando usar um flash externo num ambiente interno, direcione-o para o teto ou para uma parede por trás das pessoas ou objetos da sua foto. Isto faz a luz do flash refletir fora da superfície, o que vai suavizar a luz antes de atingir o objeto ou pessoas em sua foto (elas vão te agradecer por isso). Apontar o flash diretamente nas pessoas produz uma luz dura e cria sombras.
Não:
  • A não ser que você não tenha outra escolha, não use o flash ”pop-up” quando fotografar um interior. Ele poderá deixar as fotos com uma sensação de cores lavadas e as pessoas com o temido olho vermelho.
  • Usar flash em ambientes com objetos de vidro (por exemplo, estantes de livros em vidro, janelas ou porta retratos) e materiais plásticos. A luz do flash vai refletir nestas superfícies e estragar suas fotos.
Saiba Quando Usar seu Flash

Mantenha Suas Fontes de Luz Separadas

Suas fotografias são sua marca e são a primeira impressão que os visitantes do seu site vão ter de seu negócio. Por isso, você vai querer que eles compartilhem essa mesma sensação estética que vai fazer seu portfólio se destacar dos outros. É aqui que entra a iluminação.
Ao misturar a luz natural com a artificial, suas fotos podem ficar embaçadas ou amareladas. Isso é tudo o que você não precisa na hora de mostrar seu profissionalismo na web. Você pode evitar esse erro de principiante facilmente, fique apenas com um tipo de fonte de luz. Fique à vontade para brincar com a luz, adicionando diferentes tipos, natural ou artificial, e uma vez decidido quanto ao tipo de luz comece a fotografar e mostre seu estilo exclusivo.

Equilibre as cores

Depois de fotografar, equilibrar as cores de uma imagem, em fotografia de interiores, é a tarefa-chave na fase de edição. Para fotos padrão para uma imobiliária, por exemplo, são mais indicadas imagens com cores mais quentes do que frias, para passar uma imagem acolhedora. Já para portfólios de design de interiores, com um estilo mais minimalista, vai ficar melhor uma configuração de cores mais frias.

Corrija sombra e brilho

Você achou que seu ajuste de iluminação estava perfeito, mas agora percebe algumas sombras meio ameaçadoras e alguns pontos absurdamente brilhantes? Não se preocupe, você pode confiar nos pincéis do Photoshop (ou qualquer outra ferramenta que você mais goste de usar) para te ajudar.
Corrija sombra e brilho

sexta-feira, 11 de março de 2016

LEIA Agricultores garantem ter a cura para dengue, zika e chikungunya .

Agricultores localizados no Assentamento Várzea do Curral, entre os municípios de Jacobina e Várzea Nova, afirmam ter a tão esperada cura para a tríplice epidemia - dengue, zika e chikungunya.
Trata-se de uma erva nativa encontrada nos pastos e que leva o nome popular de Cravo de Anum, ou Cravo de Urubu. Pelos camponeses a planta está sendo bastante procurada por pessoas infectadas pelo mosquito Aedes Aegypti para utilizar em chás.
Segundo os agricultores, muitas pessoas que utilizam o chá da erva tem sarado e indicado a diversas outras pessoas que estão infectadas.
O cravo de anum ou cravo de urubu é o nome popular de uma planta da família das Borragíneas e tem como nome científico Heliotropium Indicum.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Primeira mulher a receber transplante de útero nos EUA tem boa evolução.


 Lindsey (que não quis divulgar seu sobrenome) e seu marido Blake apresentaram-se para a imprensa ao lado da equipe médica da Cleveland Clinic nesta segunda-feira; ela foi a primeira a receber um transplante de útero nos EUA  (Foto: Marvin Fong/The Plain Dealer via AP) Uma mulher de 26 anos e mãe adotiva de três meninos, que na semana passada tornou-se a primeira a passar por um transplante de útero nos Estados Unidos, foi apresentada nesta segunda-feira (7) à imprensa.
A mulher, identificada apenas pelo primeiro nome, Lindsey, nasceu com uma condição conhecida como fator de infertilidade uterina, o que significa que não é possível utilizar o útero, ou que ele não funciona corretamente, inviabilizando a gravidez.
 Este transtorno afeta entre três e cinco por centro das mulheres em todo o mundo, e cerca de 50 mil mulheres nos Estados Unidos.
No caso de Lindsey, ela contou que foi informada que não poderia ter filhos quando tinha 16 anos. "E a partir deste momento rezei para que Deus me desse a oportunidade de experimentar a gravidez e aqui estamos hoje no início dessa viagem", disse a mulher em coletiva de imprensa.
Em 26 de fevereiro, a mulher recebeu um útero de uma doadora de 30 anos que havia dado à luz previamente e morreu de forma repentina, informaram os médicos da Clínica de Cleveland, em Ohio (nordeste). A cirurgia levou nove horas.
Lindsey, que se reuniu com a imprensa dez dias após a operação e falou sentada numa cadeira de rodas, expressou uma "imensa gratidão pela família da doadora".
"Eles me deram um presente que nunca serei capaz de pagar e estou imensamente agradecida".
  Médicos realizam o primeiro transplante de útero dos Estados Unidos em uma paciente de 26 anos  na Clíniva Cleveland, em Ohio, no dia 24 de fevereiro  (Foto: Reuters/Cleveland Clinic)